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sexta-feira, 21 de março de 2014

AUTOESTIMA - Como vai a sua?


Lendo uma pesquisa coordenada pela ISMA-International Stress Management Association, uma organização que estuda o estresse e suas formas de prevenção, vi que a pesquisa traz o retrato do profissional que não se gosta e não se sente competente para executar suas tarefas, prejudicando o trabalho de equipe e a obtenção dos resultados da empresa.
Este trabalho foi dirigido para 780 (setecentos e oitenta profissionais) de empresas de médio porte nos Estados Unidos, Alemanha, China, França, Ilhas Fiji, Hong Kong e Brasil. 
Nos resultados é mostrado que o brasileiro, que é quem nos importa, é o mais otimista, é o segundo mais estressado, o sexto com menor autocontrole e o que tem autoestima mais baixa.



Já que estamos na última classificação enquanto autoestima, vamos entender o que é isto.
Autoestima nos últimos tempos é muito falada, porém percebemos que poucos sabem defini-la de pronto. Autoestima é o sentimento de base das pessoas. É a qualidade de quem se valoriza, se contenta com seu modo de ser e demonstra confiança em seus atos e palavras.
É a sua opinião a seu próprio respeito e não aquilo que os outros pensam de você. O termo é usado para relacionamentos e satisfação pessoal.
Como sabemos se temos autoestima ou se estamos em baixa autoestima? Ah, isto é muito fácil de se diagnosticar. Faça-lhe estas simples perguntas:
·Você se considera pronto (a), apto (a) e merecedor (a) daquilo que você deseja?
· O que você acha da condição de ser o(a) vencedor(a)?
· Você gosta de como você é?
· O que você mais valoriza em você?
· O que você acha de você?
Se você encontrou dificuldades em estar respondendo-lhe no mínimo três questões ou que não encontrou valores próprios, não se acha pronto(a) para ser o(a) melhor (logicamente tendo se preparado e se capacitado constantemente), considerando-se o menor dos seres humanos ou com pouquíssimas aspirações, você com certeza deverá ficar mais atento consigo mesmo, buscando mais tempo para si, identificando suas forças e fraquezas.
         A baixa autoestima afeta também a produtividade no trabalho. Quem está insatisfeito consigo mesmo ou com aquilo que executa, certamente não se envolve de fato com sua tarefa e não se compromete com os resultados da atividade.
Tem remédio para este mal! É uma mudança que envolve esforços e persistência entre empresa e colaboradores. Há necessidade de se investir em programas de Qualidade de Vida, como também em treinamentos que exercitem a auto confiança e fortaleçam a autoestima.
Qualidade de Vida no Trabalho consiste basicamente em boas condições laborais, seja no ambiente físico como acomodações, como no ambiente das relações interpessoais, ou seja, num clima organizacional agradável, com respeito, com atitudes de reconhecimento e de educação.
E na condição de Qualidade de Vida Pessoal, a responsabilidade pelo seu bem estar é totalmente sua, você deve buscar atividade física ou de relaxamento que gosta, reservar espaço na sua agenda para curtir família, amigos e programas que te faça sentir a emoção de bem estar e de felicidade. Trabalhe os vícios, ou seja, os maus hábitos como, por exemplo: desequilíbrio emocional, falta de iniciativa, preguiça, acomodação e buscar as virtudes, que são representadas por: saber ouvir, delegar, tratamentos gentis e educados, respeito, justiça, honestidade entre tantos outros. 
                   
A autoestima (gostar de você), o otimismo (ter sempre a esperança e a certeza que tudo dará certo) e o controle (você sendo o timoneiro, o dono de suas ações) são estes os principais recursos para o gerenciamento da sua vida.
Ter autoestima é diferente de ser arrogante, é ter segurança, é ser controlado, é ser eficiente, é ser feliz. É um valor básico e determinante de nossas posturas diante da vida.

Você é criatura única na natureza!!!
Você é o maior milagre da natureza!!!




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